Peça no Teatro dos Bancários fala sobre crise entre casal junto há 3 anos.
Espetáculo narra bastidores de vida a dois e luta para reavivar a relação.
Via:: G1 DF
"Tudo sobre nossa vida sexual" ganha sessão extra neste domingo no DF
Peça no Teatro dos Bancários fala sobre crise entre casal junto há 3 anos.
Espetáculo narra bastidores de vida a dois e luta para reavivar a relação.
Via:: G1 DF
Atrações incluem música, mostras de arte, anime e exposição de carros.
CCBB tem mostra hiper-realista, filmes de Dardenne e ‘Silêncio do mundo’.
Via:: G1 DF
Previsão é de que velório comece às 7h no centro cultural do Taguaparque.
Paciente renal, músico morreu nesta sexta após parada cardiorrespiratória.
Via:: G1
‘Casa de Missão’ atende 50 crianças em creche e mantém com doações.
Mulheres chegam até o local acreditando que irão fazer aborto clandestino.
Via:: G1 DF
Abertura da ação deste sábado (27) teve a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg
Atualizado em 27 de fevereiro de 2016, às 9h25
Diferente do que foi informado anteriormente, a força-tarefa passará hoje por Águas Claras, por Ceilândia, pelo Cruzeiro Velho, pela Estrutural, pelo Guará, pelo Lago Sul, por Planaltina, pelo Recanto das Emas, pelo Riacho Fundo II, por Santa Maria, por Sobradinho, por Sobradinho II e por Taguatinga.
Mil e cem militares do Corpo de Bombeiros saíram na manhã deste sábado (27) para uma ação intensiva de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. Eles partiram da Academia do Corpo de Bombeiros Militar, no Setor Policial Sul, em 33 ônibus e se juntarão a 20 agentes da Defesa Civil, 80 militares da Força Aérea Brasileira e cem da Marinha e cerca de 400 agentes de vigilância ambiental para fazer vistorias pelo Distrito Federal.
A força-tarefa passará hoje por Águas Claras, por Ceilândia, pelo Cruzeiro Velho, pela Estrutural, pelo Guará, pelo Lago Sul, por Planaltina, pelo Recanto das Emas, pelo Riacho Fundo II, por Santa Maria, por Sobradinho, por Sobradinho II e por Taguatinga. A meta é visitar 60 mil imóveis. “A orientação para a população é que acolha a visita do nosso profissional”, recomendou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Hamilton Santos Esteves.
Presente na abertura dos trabalhos, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, agradeceu o envolvimento de todos nas ações. “Nós praticamente quadriplicamos o número de fumacês para distribuir inseticidas nas cidades, compramos armadilhas, estamos utilizando inseticidas e larvicidas biológicos e químicos. Além disso, estamos envolvendo a comunidade e ampliando as campanhas educativas com o objetivo de vencer essa batalha”, disse na manhã de hoje.
“Esta é uma guerra que ninguém vence sozinho. É uma responsabilidade do governo, mas é também uma responsabilidade da sociedade. Será somente por meio da conscientização e da mobilização que nós vamos obter sucesso”, destacou o chefe do Executivo local.
Também participaram da abertura a secretária da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar Araújo; o comandante operacional do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Marcos Alcântara; o subsecretário de Proteção e Defesa Civil, coronel do Corpo de Bombeiros Militar Sérgio Bezerra; o subsecretário de Vigilância à Saúde, Tiago Coelho; o chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para a Prevenção de Epidemias, da Secretaria de Saúde do DF, Aílton Domicio; o comandante do 6º Comando Aéreo Regional, major-brigadeiro Rogério Veras; o comandante do Centro de Instrução e Adestramento de Brasília, capitão-de-mar-e-guerra da Marinha Odair do Nascimento Júnior.
Na ação deste sábado, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) vai contribuir com 21 caminhões e fará a limpeza de áreas em parte de Águas Claras, na Estrutural e no Riacho Fundo II. São regiões perto do aterro controlado do Jóquei, na Estrutural, o que permite fazer mais viagens com os entulhos.
Trabalhos
As ações da força-tarefa começaram em 14 de dezembro. Até essa sexta-feira (26), de acordo com o Corpo de Bombeiros, 82% dos domicílios do DF foram visitados. Também desde dezembro, o SLU, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) removeram cerca de 160 mil toneladas de entulho que poderia acumular água parada e ser recipiente para a proliferação do Aedes aegypti.
Leia também:
Governo se prepara para ação contra o Aedes aegypti neste sábado
Mais 316 casos de dengue foram confirmados pela Secretaria de Saúde
Veja a galeria de fotos:
Via:: df.gov.br
Duplas sertanejas cantam neste sábado em festa que começa às 22h.
Ingressos custam a partir de R$ 20 com nome na lista, até as 23h.
Via:: G1 DF
Mais de 62 mil famílias estão há dois meses e meio sem receber auxílio.
Há dívidas desde dezembro de 2014; benefício varia de R$ 20 a R$ 800.
Via:: G1 DF
Anomalia é conhecida como sindactilia; cirurgia é o único tratamento.
Integrantes dizem sofrer preconceito; mutação é considerada rara.
Via:: G1 DF
| Portal Brasil Brasília será a primeira cidade brasileira a receber a tocha dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A chama desembarca no País no dia 3 de maio, após começar a sua jornada, em 21 de abril, na Grécia, onde será acesa em Olímpia, cidade-berço dos Jogos. Revezamento da Tocha Olímpica começa em 3 de maio por BrasíliaFato Online (liberação de imprensa) De Olímpia para BrasíliaPortal Maxpress Tocha Olímpica percorrerá mais de 300 cidades brasileiras e o …Portal de Notícias do Senado Federal Rádio Senado –Deutsche Welle todos os 199 artigos |
Via:: Google News
São 23 equipamentos nas rodovias; acidentes também foram registrados.
Departamento usa imagens para aplicar multas e acionar socorro no local.
Via:: G1
Ela visitou Itália, Suíça, Alemanha e Holanda entre janeiro e fevereiro.
Sem tempo livre por fazer duas graduações, ela também vendeu fotos.
Via:: G1 DF
Áreas afetadas incluem setor central e leste da região administrativa.
Companhia trabalha no tronco alimentador da rede elétrica.
Via:: G1 DF
| ESPN.com.br O Flamengo venceu o Brasília, por 106 a 93, nesta sexta-feira, na primeira partida da fase semifinal da Liga das Américas de basquete masculino, em Barquisimeto, na Venezuela. Com a vitória, os cariocas saem na frente, em um grupo que ainda conta com … LDA: Fla vence Brasília e dá primeiro passo rumo ao terceiro Final …Globo.com Flamengo vence o Brasília e começa com o pé direito na luta pelo …O Dia Online Flamengo abre segunda semifinal na LDA com vitória em cima do …VAVEL.com Jornal Extra –Surgiu todos os 17 artigos |
Via:: Google News
By Lumi Zúnica, especial para R7
O presidente do Peru, Ollanta Humala, apontado pela Polícia Federal do Brasil como possível beneficiário de suborno pago pela construtora Odebretch, seria o terceiro presidente peruano mencionado na maior investigação de corrupção envolvendo construtoras brasileiras, políticos do país vizinho e o ex-ministro José Dirceu — a Operação Lava Jato.
As suspeitas de suborno envolvem não só o presidente Humala, mas também os ex-presidentes Alan Garcia e Alejandro Toledo, além do ex-ministro da Casa Civil do governo Lula no Brasil, José Dirceu, e pelo menos oito empreiteiras: Odebretch, Andrade Gutierrez, Engevix, Camargo Correa, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia, OAS e UTC Engenharia.
Leia mais notícias de Brasil e Política
PF quer ampliar tempo de cadeia de marqueteiro do PT
Conexão Brasil — Peru
No dia 4 de agosto de 2015, a Polícia Federal cumpriu mandato judicial e apreendeu documentos, livros de contabilidade, telefones e computadores no apartamento 34-B da rua Amaral Gurgel 593, em São Paulo.
O imóvel pertence a empresária brasileira Zaida Sisson de Castro, funcionária do ex-ministro José Dirceu na empresa JD Consultoria, contratada com o objetivo de identificar oportunidades de negócios no mercado peruano, segundo declarações da própria Sisson, que recebia remuneração de US$ 5.000,00 mensais.
A empresária, nascida no Brasil, também possui cidadania peruana e é casada com Rodolfo Beltrán Bravo, ex-ministro da Casa Civil durante o governo de Alan Garcia. Beltrán também foi vice-presidente do Agrobanco e de uma estatal ligada a agricultura entre 2006 e 2011.
Os documentos apreendidos pela PF no imóvel trouxeram evidências de ações que beneficiariam as construtoras Galvão Engenharia e Engevix para obter importantes contratos com o governo peruano durante o segundo mandato de Alan Garcia. Sisson é apontada como elo entre José Dirceu, as construtoras e os governantes peruanos.
Primeiro presidente — Encontros Alan Garcia
Segundo “Manolo”, como é chamada a base de dados que registra as visitas realizadas ao gabinete da Presidência da República no Peru, a empresária Zaida Sisson, amiga da atual primeira-dama peruana Nadine Herédia, esteve pelo menos sete vezes no palácio de governo. José Dirceu esteve nove no Peru entre 2007 e 2011 e numa delas esteve no Palácio de Governo.
Das sete visitas, duas foram com Alan Garcia — nos dias 6 de outubro de 2006 e 23 de janeiro de 2007 — permanecendo nesta última por hora e 20 minutos no gabinete, entre às 18h50 e às 20h18
As outras cinco vezes foi recebida por Ricardo Pinedo Caldas, gerente de “Atividades do Despacho Presidencial” e por Mirtha Cunza Arana, secretaria do presidente.
Segundo presidente – Alejandro Toledo e a Lava Jato
Outros documentos apreendidos pela PF na construtora Camargo Correa durante a Operação Lava Jato, fazem referencia ao ex-presidente peruano Alejandro Toledo, suspeito de ter recebido suborno da construtora em troca da outorga do contrato das obras do “IV Trecho da Estrada Interoceánica”, que liga o Brasil ao Perú, durante seu governo (2001-2005). Toledo nega os fatos.
Segundo ele, o nome encontrado nos documentos seria o de um ex funcionário do MEF (Ministério de Economia e Finanças) e que está sendo processado na cidade de Ica, estado ao sul do Peru.
O ex-presidente Alejandro Toledo também é questionado por ter liberado mediante decreto as empresas Odebretch, Andrade & Gutiérrez, Camargo Correa e Queiroz Galvão dos quesitos obrigatórios do SNIP (Sistema de Investimentos Públicos) que rege as contratos entre o setor privado e a administração pública do Perú para executar os trechos 2,3 e 4 da estrada Interoceânica Sul, além de permitir que empresas com processos judiciais contra o Estado ganhem obras no país.
Terceiro Presidente – Ollanta Humala e a Operação Acarajé
Durante a execução de mandados de busca e apreensão na 23ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Operação “Acarajé”, a polícia federal revelou ter achado uma planilha de pagos chamada de “Uso” arquivada desde 2012 no computador de Maria Lúcia Guimarães, funcionária da construtora Odebrecht na Bahia.
Nela foram encontrados os registros “Programa OH” e “três milhões de dólares” que, segundo a PF, seriam indícios de pagamento de suborno ao presidente peruano na época, Ollanta Humala.
No dia seguinte a esta divulgação, o governo peruano convocou o embaixador do Brasil em Lima Marcos Raposo “para expressar seu rechaço a essas afirmações”. Humala solicitou ao embaixador informações oficiais e negou qualquer envolvimento.
Mas a relação entre Humala e as empreiteiras brasileiras também passa pela rede de contatos da articuladora Zaida Sisson, que em 4 de agosto de 2015 teve documentos apreendidos no apartamento que mantém no centro de são Paulo.
Sissón, que em um primeiro momento negou conhecer Ollanta Humala, teve que admitir a relação de amizade após um jornal peruano publicar uma “selfie” na que a lobista aparece sorridente junto ao presidente.
Segundo a própria Sisson, ela a primeira vez que esteve reunida com Ollanta Humala e sua esposa Nadine Heredia foi “dois ou três dias antes das eleições de 2011”. Na reunião também esteve o brasileiro Marcos de Moura Wanderley, que na época representava no Perú a construtora Galvão Engenharia e mantinha uma relação afetiva com Rocío Calderón Vinatea, funcionaria do OSCE (Organismo Supervisor das Contratações do Estado) e ex-assessora da OAS. Já a selfie teria sido clicada a meados de 2014.
Na época do primeiro encontro e segundo a imprensa peruana, Humala era suspeito de ter recebido doações de campanha ilegais das construtoras brasileiras.
Via:: R7
By Lumi Zúnica, especial para R7
Revelações feitas pela PF (Polícia Federal) sobre o possível pagamento de suborno da empresa Odebretch ao presidente do Peru, Ollanta Humala, levaram o presidente da Comissão de Investigação da Lava Jato no país vizinho, o congressista Juan Pari, a pedir explicações ao mandatário.
Segundo declarações do congressista, o presidente tem foro privilegiado, portanto não poderia ser intimado a comparecer perante a comissão. Pari diz, porém, que as suspeitas exigem explicações do presidente da República não só à Comissão de Investigação, mas a todos.
“O presidente tem que enfrentar esta situação publicamente. É uma personalidade pública e o país necessita de uma explicação”, afirmou.
Leia mais notícias de Brasil e Política
Pari considera que Humala deveria apresentar declarações voluntárias perante a comissão de investigação. Mas o presidente Humala não é o único preocupado com a situação.
O ex-presidente Alan Garcia, opositor de Humala, saiu em sua defesa pedindo prudência em relação as acusações de corrupção que arranham a imagem do presidente. Garcia também é investigado por corrupção no âmbito da Lava Jato.
Ante o inesperado pedido de prudência, o presidente da Comissão Investigação, Juan Pari, se pronunciou durante uma entrevista recente.
— Parece que Alan Garcia pede prudência e tranquilidade porque [está pensando] cuidado que me toca [expressão que em tradução livre significa: “Cuidado, o próximo posso ser eu”].
Via:: R7
By Lumi Zúnica, especial para R7
A lobista Zaida Sisson, funcionária de José Dirceu e encarregada de desenvolver negócios entre construtoras brasileiras e o governo peruano por meio da JD Consultoria, empresa do ex ministro Dirceu, articulou reuniões entre empreiteiras e ministros peruanos. Zaida também armou encontros com os presidentes Alan Garcia e Ollanta Humala, atual presidente do Peru.
Sisson também manteve reuniões com uma integrante do Conselho Diretivo do “Organismo Supervisor de Contratações do Estado – OSCE”, Rocío Calderon Vinatea, advogada que em 2010 recebeu US$ 10 mil dólares da Construtora OAS, cujo presidente, José Aldemário Pinheiro, o Leo Pinheiro, também figura na lista de visitas do palácio. Pinheiro foi condenado no Brasil a 16 anos de prisão.
Mas a proximidade de Calderón com as construtoras era ainda mais estreita já que, na época, mantinha uma relação afetiva com Marcos de Moura Wanderley, ex-executivo da empresa Galvão Engenharia e ex-representante legal da Camargo Correa.
Leia mais notícias de Brasil e Política
Sisson também articulou reuniões entre representantes das construtoras e o ministro Adolfo de Córdoba, como ela mesma informa em documento enviado a Galvão Engenharia, e com o presidente regional de Tumbes, estado ao norte do Perú, Wilmer Dios Benítez, para obter informações sobre o Projeto Binacional Puyango-Tumbes, para irrigação de mais de 40 mil hectares de cultivos no Peru e Equador.
José Dirceu visita ministros
Em novembro de 2009, José Dirceu se reuniu com o ex-chefe de gabinete do segundo governo de Alan Garcia, ministro Javier Velásquez Quesquén para dialogar sobre assuntos relacionados à integração Peru-Brasil.
A chegada de Dirceu aconteceu quatro anos após a revelação do escândalo do ‘mensalão’ e ele já não fazia parte do governo Lula, portanto não poderia falar em nome do presidente ou do governo.
A articuladora do encontro foi Zaida Sisson que também esteve presente à reunião, onde Dirceu disse a Velásquez Quesquén que o presidente Lula tem especial interesse no Peru por ser a saída preferencial do Brasil ao oceano Pacífico.
Velásquez perguntou a Dirceu se Lula chegaria ao Peru nos próximos dias, mas quem responde é Zaida Sisson, que interrompe e afirma que sim. Depois Velásquez disse que conversaria com Lula sobre a Petrobras.
Ao final da reunião Velásquez Quesquén apresenta Dirceu aos ex-ministros Óscar Ugarte (Saúde) e Nidia Vílchez (Moradia, Construção e Saneamento).
Mas, segundo Milton Pascowitch, delator da Operação Java Jato no Brasil, o encontro já fazia parte dos serviços da JD Consultoria para Galvão Engenharia.
E que “José Dirceu, Gerson Almada e José Antonio Sobrinho foram ao Peru e tiveram uma reunião com alguns ministros daquele país, como o ministro das Águas, o de Energia e o presidente da Petro-Peru”, equivalente a Petrobras.
No Peru, não existe o cargo de ministro de águas, porém o encarregado do recurso é o “Ministerio de Vivienda, Construcción y Saneamiento”.
Velásquez admitiu que esteve reunido com Sisson, mas negou ter favorecido as empresas Galvão Engenharia y Engevixen com contratos para obras públicas. No dia anterior o ex-ministro tinha negado conhecer Sisson.
Dirceu esteve, ao todo, 9 vezes no Peru entre 2007 e 2011 e visitou o Palácio de Governo pelo menos uma vez para se reunir com o ex-presidente Alan García.
Também César Gutiérrez, ex-presidente de Petro-Perú entre 2006 e 2008, admitiu ter se reunido com José Dirceu e alguns empresários brasileiros interessados em participar no processo de modernização da “Refinaria de Talara”.
Via:: R7
By Lumi Zúnica, especial para R7
Uma Comissão de Investigação foi instalada no Congresso peruano, em 2015, para investigar o caso de corrupção envolvendo construtoras brasileiras e autoridades peruanas e ficou conhecida como a Comissão da Lava Jato.
Os parlamentares ordenaram a quebra de sigilo bancário dos candidatos à presidência Pedro Pablo Kuczynski do partido El Kambio e Alejandro Toledo, ex-presidente e atual candidato do partido “Perú Posible”, além de outras 20 pessoas, entre as quais estão funcionários do MEF (Ministério de Economia e Finanças) e da estatal Proinversión que trabalharam nos governos de Alejandro Toledo, Alan García y Ollanta Humala.
No âmbito de outra “megacomisão”, espécie de CPI anterior a da Lava Jato encarregada de investigar 10 casos de corrupção do governo Garcia, o congressista Sergio Tejada (Dignidad y Democracia) afirmou que iria propor a criação de um sub-grupo de fiscalização para investigar os negócios da lobista brasileira Zaida Sisson, em especial a denúncia de ter recebido US$ 210 mil entre 2009 e 2010 em troca de intermediar contratos entre as empresas Galvão engenharia e Engevixen. O dinheiro teria sido pago em 20 transferências efetuadas pelas empresas.
Leia mais notícias de Brasil e Política
Segundo o parlamentar, o primeiro passo seria o de identificar todas as concessões que o governo do partido aprista outorgou a essas empresas e apurar as suspeitas de subornos pagos pela Camargo Correa ao governo de Alejandro Toledo (2001-2006) pela concessão do “Tramo IV” das obras da rodovia Interoceánica, que une Peru ao Brasil.
Em defesa de Alan Garcia, o líder aprista Mauricio Mulder, defende o ex presidente e acusa o atual governo de Ollanta Humala de favorecer a empresa Odebrecht com o contrato para construção do gasoduto sul andino, valorizada em US$ 7.5 bilhões. A obra foi outorgada sem licitação.
Ministério Público do Peru investiga Lava Jato
O Ministério Público peruano investiga, a pedido do procurador anticorrupção Joel Segura, a relação entre o Caso Lava Jato no Brasil e funcionários dos governos Alan Garcia e Alejandro Toledo.
Segundo Segura o “Escritório de Cooperação” da procuradoria já vem recebendo informações do Brasil e um grupo de promotores e um magistrado peruano estiveram pelo menos três vezes no Brasil em julho e novembro de 2015 e janeiro deste ano.
O magistrado Hamilton Castro e seu adjunto Sérgio Jimenez Niño, estão encarregados de investigar subornos pagos pelas construtoras brasileiras a funcionários peruanos em obras de grande porte como a construção da Rodovia Interoceanica, que liga o Brasil ao Perú desde o oceano Atlântico em São Paulo ao Pacífico na capital peruana, assim como a construção da Estação de Tratamento de Água de Huachipa entre outras obras durante os governos dos presidentes Alan Garcia e Alejandro Toledo, além de possíveis atos de corrupção do atual governo de Ollanta Humala.
A primeira vez que Castro esteve no Brasil se reuniu com investigadores da Lava Jato em Curitiba. Numa das viagens ele teria interrogado três envolvidos nas investigações no Brasil.
Alonso Peña, que chefia a Unidade de Cooperação Judicial Internacional e de Extradições da Procuradoria também integra o grupo de investigadores da Lava Jato que estiveram no Brasil e busca estabelecer a participação de Zaida Sisson como operadora dos negócios entre as construtoras e o governo peruano e o pagamento de subornos a funcionários de alto escalão.
OAS na Lava Jato peruana
Um dos casos de maior destaque é a investigação que envolve a Construtora OAS, acusada de ter transferido US$ 6,15 milhões para o pagamento de subornos a funcionários peruanos, conforme relatado pelos irmãos Leandro e Roberto Trombeta.
Segundo Roberto, a dupla teria aberto 8 “offshores” no Panamá e Holanda para transferir dinheiro proveniente de lavagem mediante contratos fantasmas. Uma delas, a Kingsfields Consulting Corp., teria recebido dinheiro da OAS oriundo do pagamento de obras realizadas no Peru.
Trombeta é um investigado pela PF que fechou acordo de delação premiada após ter sido identificado como operador da UTC Engenharia no esquema de pagamento de propinas dos contratos da Petrobrás. Roberto Trombeta foi descoberto pelos investigadores por meio de registros encontrados no telefone celular do doleiro Alberto Youssef.
Via:: R7
Gasto com locação vai passar de R$ 684 mil por ano para R$ 1,5 milhão.
Órgão diz que mudança é necessária porque atual estrutura é antiga.
Via:: G1 DF
Governo deve R$ 50 milhões ao consórcio que administra o transporte.
TCDF investiga desde 2009; dois processos apontam irregularidades.
Via:: G1 DF
Foram 3.977 confirmações até a 7ª semana, contra 838 no período de 2015.
Nove pessoas morreram em decorrência da doença desde o ano passado.
Via:: G1 DF