sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

PM registra dois homicídios no DF na madrugada do primeiro dia do ano

Crimes ocorreram em Samambaia e Ceilândia; vítimas levaram tiros.

Assassino abandonou arma na rua; ninguém foi preso até o momento.

Via:: G1 DF



PM registra dois homicídios no DF na madrugada do primeiro dia do ano

Governo reduziu R$ 3,7 bilhões de despesas em 2015

Governo reduziu R$ 3,7 bilhões de despesas em 2015



Deficit ficou 57% menor graças a medidas de aumento da arrecadação e de cortes de gastos, como a transferência de secretarias para o estádio Mané Garrincha




Chegar ao fim de 2015 com os salários dos servidores em dia e evitar um colapso nas contas exigiram do governo de Brasília criatividade, pulso firme para adotar algumas medidas duras e transparência no trato do dinheiro público. Com poucos recursos e um rombo calculado em R$ 6,5 bilhões, a primeira providência da então nova cúpula do Executivo foi estudar todas as dívidas. As ações a fim de resgatar o equilíbrio financeiro do Distrito Federal, até 21 de dezembro, resultaram em economia de R$ 1,9 bilhão com reprogramações orçamentárias e na redução dos débitos do Estado com fornecedores em R$ 1,8 bilhão.


O governo encerrou o ano com uma dívida estimada em R$ 2,8 bilhões, deficit relevante, mas 54% menor do que o encontrado no início da gestão. Ainda em janeiro, veio a primeira demonstração do governador Rodrigo Rollemberg de que faria uma administração austera. Via decreto, ele extinguiu 14 secretarias de Estado — de 38 para 24. Nove meses depois, uma nova reestruturação fez o número de pastas cair para 17.


O enxugamento da máquina pública não ficou restrito à eliminação de secretarias. Os gastos com diárias e passagens aéreas foram bem mais modestos e resultaram em 61% de economia em relação a 2014. Se até 24 novembro daquele ano o governo usou R$ 15.249.325,77 para essa finalidade, no mesmo período de 2015 foram empenhados R$ 5.952.770,07. Já o dispêndio com combustível caiu 36% — mesmo sem considerar os aumentos da gasolina, do álcool e do diesel —, proporcionando poupança de R$ 2,8 milhões.


Mais cortes
Nos 11 primeiros meses de 2015, 626 veículos alugados foram devolvidos. O deslocamento dos secretários de Estado a eventos oficiais também ficou mais econômico com a substituição dos caros e luxuosos Ford Fusions e Hyundai Azeras por modelos populares. As medidas fizeram com que o governo deixasse de gastar R$ 15 milhões anuais. Além disso, o Executivo reduziu as despesas com aluguel de imóveis em quase R$ 2 milhões por ano. A maior contribuição foi a transferência para o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha das sedes das Secretarias de Economia e Desenvolvimento Sustentável (que se uniu ao Turismo), de Desenvolvimento Humano e Social (que se fundiu às pastas do Trabalho, das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos) e do Esporte e Lazer (que se juntou à Educação).


Paralelamente o governo iniciou um profundo corte nos cargos comissionados. Entre setembro de 2014 (período utilizado como base da campanha eleitoral) e novembro de 2015, foram dispensados 4.618 trabalhadores em funções de confiança, configurando uma redução de 53,7% e a economia de R$ 143 milhões. O arrocho em toda a estrutura rendeu uma poupança estimada em cerca de R$ 1 bilhão.


Outra novidade na área de gestão foi a assinatura, em novembro, da Resolução nº 72, que autoriza a abertura de editais convidando pessoas físicas e jurídicas a apresentarem projetos de gerenciamento de espaços públicos. Por meio de parcerias público-privadas, Jardim Zoológico de Brasília, Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, Centro de Convenções Ulysses Guimarães e outros poderão ser administrados de forma compartilhada, o que deve melhorar a manutenção dos equipamentos e reduzir os gastos do Executivo.


Receitas extraordinárias
Mesmo com o corte bilionário nas despesas, o governo precisou buscar fontes de receitas extraordinárias para honrar os compromissos. Em 27 de fevereiro, R$ 180 milhões dos 33 fundos especiais ajudaram a pagar salários, férias e décimo terceiro atrasados de parte do funcionalismo. O mesmo expediente estendeu a possibilidade de uso de R$ 240 milhões de 23 fundos distritais em 2016. As duas medidas contaram com aval da Câmara Legislativa.


Lançado em junho, o Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (Refis) teve adesão expressiva. Cerca de 100 mil pessoas físicas e jurídicas renegociaram débitos com o Executivo com descontos sobre juros e multas. De acordo com dados da Secretaria de Fazenda apurados até o início de dezembro, os acordos garantiram o retorno imediato de R$ 258 milhões aos cofres públicos. Além disso, R$ 959 milhões foram parcelados por meio da iniciativa, que terminou em 18 de dezembro. Esses valores devem aumentar após o fechamento do balanço pela pasta. O Refis ainda reduziu em mais de 70 mil a quantidade de processos que tramitavam na Vara de Execução Fiscal.


A garantia de pagar os salários em dia veio em setembro, quando a Câmara Legislativa autorizou a transferência dos recursos entre os fundos do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev). A operação fez com que o governo deixasse de gastar R$ 240 milhões por mês, verba usada para a complementação das folhas de pagamento do fim do ano.


Fontes extras de receita também estão programadas para 2016, entre elas a que trata da securitização de parte da dívida ativa. Com a venda de carteiras de créditos, a estimativa da Secretaria de Fazenda é arrecadar entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões.


Transparência
Dar transparência às ações governamentais foi outro compromisso feito por Rodrigo Rollemberg no primeiro ano de mandato. Desde os primeiros pronunciamentos, o governador colocou à disposição da população as contas públicas. As operações financeiras ficaram mais compreensíveis com a criação do aplicativo Siga Brasília, que descomplicou o Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo), cuja linguagem é muito técnica. Simples, o app detalha os salários dos servidores, o valor dos contratos com empresas privadas e as escalas dos profissionais da rede pública de saúde.


A intenção do chefe do Executivo de fazer um governo mais próximo da sociedade tomou corpo com as realizações das rodas de conversa — que consistem em visitar regiões administrativas e ouvir as demandas da população. Já o programa Voz Ativa na Segurança recebeu diversas contribuições para a consolidação do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida. Por fim, o Voz Ativa no Planejamento serviu para que os moradores do DF contribuíssem com sugestões para a destinação dos recursos descritos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016.


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Redução de 44% nos contratos de veículos alugados


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Via:: df.gov.br



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Aeroporto do DF tem filas até do lado de fora do terminal no 1º dia do ano

Aeroporto do DF tem filas até do lado de fora do terminal no 1º dia do ano

Foram 3,6 mil passageiros de 9h e 11h; nenhum voo atrasou, diz Inframerica.

TAM aumentou em 30% número de funcionários e disponibilizou 30 guichês.

Via:: G1 DF



Aeroporto do DF tem filas até do lado de fora do terminal no 1º dia do ano

Carro cai no espelho d’água do Museu Nacional no réveillon do DF

Motorista apresentava estar embriagado, diz PM; guincho retirou veículo.

Vídeo mostra que ele tentou dirigir por instantes antes de desligar carro.

Via:: G1 DF



Carro cai no espelho d’água do Museu Nacional no réveillon do DF

Polícia prende dois homens com arma e 3 kg de maconha em Planaltina

By Do R7


Dois homens foram flagrados com um revólver e três quilos de maconha, nesta quinta-feira (31), por volta das 23h, no módulo 8, do condomínio Mansões Itiquira, em Planaltina (DF).



Policiais Militares receberam denúncia de uma equipe águia 34, sobre duas pessoas em atitude suspeita no interior de um carro.



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Após abordagem e busca pessoal, foram encontrados um revólver calibre 38 e cerca de três quilos de maconha.



Os detidos foram encaminhados à 16ª DP para o registro da ocorrência.


Via:: R7



Polícia prende dois homens com arma e 3 kg de maconha em Planaltina

Polícia apreende arma durante festa de ano-novo na Prainha

By Do R7






Arma foi apreendida durante ronda da Polícia Militar
Divulgação



Policiais militares apreenderam duas armas de fogo durante festa de ano-novo realizada na chamada Prainha, às margens do Lago Paranoá, em Brasília.



De acordo com a PM, a abordagem ocorreu por volta das 23h55 desta quinta-feira (31).



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6 mil pessoas celebram a chegada do novo ano no Museu da República em Brasília



Os militares realizavam patrulhamento em um estacionamento próximo ao local quando viram três pessoas em atitude suspeita. Ao perceberem a aproximação dos policiais, eles saíram correndo.



Após buscas no local, foram encontrados um revólver calibre 22 com cinco munições.


Via:: R7



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IPVA 2016: saiba quais estados enviam boleto ou aviso pelo correio

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Mensagem circulando no Whatsapp fala em boletos falsos.

Veja como funciona nos estados e no DF.

Via:: G1 DF



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Concursos previstos para 2016 devem oferecer 94,9 mil vagas no país

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Seleção do IBGE para 600 vagas é uma das mais esperadas em 2016. Suspensão de concursos integra pacote do governo para cortar gastos.

Via:: G1 DF



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Primeiro bebê do DF em 2016 nasceu aos 40 segundos do ano novo

Tiago Andrade veio ao mundo com 3,8 kg e 48 centímetros

Parto aconteceu na Maternidade de Brasília, no Sudoeste.

Via:: G1



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PM apreende duas armas durante réveillon no DF

PM apreende duas armas durante réveillon no DF

Revólveres foram recolhidos na Prainha do Lago Sul e no Setor Bancário Sul.

Em um dos casos, trio fugiu com a chegada da polícia; ninguém foi preso.

Via:: G1 DF



PM apreende duas armas durante réveillon no DF

6 mil pessoas celebram a chegada do novo ano no Museu da República em Brasília

By Do R7






Público assistiu a cinco minutos de queima de fogos na Esplanada dos Ministérios
Tony Winston/Agência Brasília



A chegada de 2016 no Complexo Cultural da República reuniu público estimado em 6 mil pessoas na área central de Brasília, de acordo com a Polícia Militar. A festa teve início às 19h45, com o show do grupo Pé de Cerrado. Pelo palco, montado próximo ao Museu da República, passaram artistas como a dupla Karen e Pâmela Viola, que tocaram música caipira e participaram pela primeira vez da festa gratuita de fim de ano.



A cantora Baby do Brasil foi a última a entrar no palco e também a responsável pela contagem regressiva para a meia-noite. A queima de fogos durou cinco minutos e ocorreu no gramado da Esplanada dos Ministérios.



O show da ex-integrante do grupo Novos Baianos terminou por volta da 1h10 do primeiro dia do novo ano. Ela apresentou, ao lado do filho Pedro Baby, sucessos como Menino do Rio, Telúrica e Planeta Vênus.



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Morador de Sobradinho, o supervisor de vendas Celso Adriane de Oliveira, de 44 anos, aprovou gostou da festa.



— Estou achando muito legal, uma festa muito segura, bacana e organizada.



Apesar de morar há mais de 20 anos na capital federal, essa foi a primeira vez que ele participou dos shows, ao lado do primo que chegou de Minas Gerais com a namorada para passar o ano-novo em Brasília.



A programação de fim de ano foi divulgada em dezembro e teve atrações na época natalina e na virada do ano. O público esperou a chegada de 2016 em dois endereços tradicionais: o Museu Nacional da República e a Praça dos Orixás, conhecida como Prainha.



No esforço de garantir as festividades, o governo de Brasília reduziu em quase 75% o valor gasto com o Natal e o réveillon em relação ao ano passado — quando o custo foi de cerca de R$ 2,59 milhões.



De acordo com a Polícia Militar, representada por 60 homens no local, não houve ocorrências durante a comemoração. Registros de acidentes de trânsito, casos atendidos pelo Corpo de Bombeiros e quantidade de lixo recolhida tanto no Museu da República quanto na Prainha serão divulgados posteriormente.



O trânsito na região, segundo a PM, foi liberado aos poucos no fim da festa. O fluxo de veículos estava interditado desde as 17 horas de quinta-feira (31) no Eixo Monumental, entre a Catedral de Brasília e a Rodoviária do Plano Piloto (via S1), assim como nas vias entre a L2 Sul e a L2 Norte.


Via:: R7



6 mil pessoas celebram a chegada do novo ano no Museu da República em Brasília

Ao custo de R$ 700 mil, réveillon do GDF leva 6 mil pessoas à Esplanada

Ao custo de R$ 700 mil, réveillon do GDF leva 6 mil pessoas à Esplanada

Festa ao lado do Museu da República terminou com show de Baby do Brasil.

Na Prainha, 4 mil pessoas assistiram ao show da cantora Rita Benneditto.

Via:: G1 DF



Ao custo de R$ 700 mil, réveillon do GDF leva 6 mil pessoas à Esplanada

Quatro pessoas são levadas a hospital após acidente no DF

Quatro pessoas são levadas a hospital após acidente no DF

Colisão aconteceu na BR-020, em Sobradinho, no sentido Plano Piloto.

Três envolvidos ficaram presos nas ferragens; um ficou inconsciente.

Via:: G1 DF



Quatro pessoas são levadas a hospital após acidente no DF

Grupo de Brasília vai a assembleia de Testemunhas de Jeová em Luziânia

Grupo de Brasília vai a assembleia de Testemunhas de Jeová em Luziânia

Reunião ocorre às margens da BR-040 e prevê cânticos, orações e palestras.

Batismo coletivo é ponto alto do evento, que espera receber 2,5 mil pessoas.

Via:: G1 DF



Grupo de Brasília vai a assembleia de Testemunhas de Jeová em Luziânia

Réveillon na Prainha reforça a diversidade do povo brasileiro

Réveillon na Prainha reforça a diversidade do povo brasileiro



Cerca de 20 mil pessoas comemoraram a chegada de 2016 às margens do Lago Paranoá




Na Praça dos Orixás, mais conhecida como Prainha, os pedidos, os agradecimentos e as promessas para o novo ano foram feitos às margens do Lago Paranoá. Faltando 10 minutos para a meia-noite, barquinhos com oferendas foram levados até a beira d’água. Assim que o relógio marcou a chegada de 2016, uma chuva de fogos de artifício coloriu, por 5 minutos, o céu de Brasília e se misturou a tantos outros em vários pontos da região.


“Nesse balaio eu não peço apenas por mim ou por minha família, mas por todos nós. Eu peço mais união entre os povos”, disse o aposentado Wesley Marconi Lemos, de 55 anos, morador de Valparaíso, que há quatro anos frequenta a praça.


De acordo com o tenente Daniel Bessa, da Polícia Militar do Distrito Federal, cerca de 20 mil pessoas passaram pelo evento. Desde as 20 horas, atrações musicais — como o grupo Surdodum, o percussionista Nãnam Matos, a cantora Emília Monteiro e a banda Filhos de Dona Maria — e celebrações de religiões de matizes africanas encantavam o público. O ponto alto da festa, que teve também a presença do secretário de Cultura, Guilherme Reis, foi o show da maranhense Rita Benneditto. Com o que ela chama de tecnomacumba, o som não deixou ninguém ficar parado.


Quando Rita cantava a música É d’Oxum, do compositor baiano Gerônimo Santana, por volta da 1h10, o governador Rodrigo Rollemberg, chegou ao local acompanhado da esposa, Márcia Rollemberg. Após o show, ele fez questão de ressaltar a importância de um evento como esse. “Minha presença aqui significa uma convocação à generosidade, à tolerância e ao respeito. O réveillon na Prainha mostra o quanto a diversidade compõe a formação do povo brasileiro”, destacou o chefe do Executivo, que lamentou o fato ocorrido na segunda-feira (29), quando vândalos destruíram parte da estátua de Oxalá.


Para Pai Francisco de Ogum, do movimento umbandista no Distrito Federal, o momento da virada serve para pedir paz e união para o novo período que se apresenta. Ele citou os regentes de 2016: Oxalá, Iemanjá e Oxum. “Eu vejo um ano de mudanças no Brasil. Será uma época para buscarmos novas possibilidades no lado profissional, no financeiro, no amor e na política.”


Trânsito e segurança
A Diretoria de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Departamento de Trânsito (Detran) interrompeu o fluxo de veículos na Ponte Honestino Guimarães entre as 23h30 e a 1 hora. Os acessos à via L4 Sul em frente à Praça dos Orixás foram fechados durante o evento, mas o Detran terminou a operação por volta das 6 horas e liberou o local.


O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal atendeu a apenas um homem de identidade não divulgada que machucou o ombro após tropeçar e cair no chão. A Polícia Militar relatou furtos a veículos, uma vez que havia mais dois eventos particulares nas proximidades e isso elevou consideravelmente a quantidade de carros estacionados na região. Além desses casos, uma arma de fogo de calibre 22 foi apreendida e o dono encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia do Plano Piloto.


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6 mil pessoas celebram a chegada do novo ano no Museu da República

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Festa popular começou antes das 20 horas e terminou à 1h10, com apresentação da cantora Baby do Brasil. Fogos de artifício encantaram a multidão aglomerada no local




A chegada de 2016 no Complexo Cultural da República reuniu público estimado em 6 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar. A festa teve início às 19h45, com o show do grupo Pé de Cerrado. Pelo palco, montado próximo ao Museu da República, passaram artistas como a dupla Karen e Pâmela Viola, que tocaram música caipira e participaram pela primeira vez da festa gratuita de fim de ano.


“No início, o pessoal estava bem acanhado, mas depois interagiu com a gente e aproximou do palco”, disse Karen após o show. “Cantamos muitos clássicos e as pessoas acabaram cantando com a gente, foi muito legal”, resumiu. Na sequência, apresentaram-se os percussionistas do grupo Patubatê e a banda Passo Largo.


A cantora Baby do Brasil foi a última a entrar no palco e também a responsável pela contagem regressiva à meia-noite. A queima de fogos durou 5 minutos e ocorreu no gramado da Esplanada dos Ministérios.


O show da ex-integrante do grupo Novos Baianos terminou por volta da 1h10 do primeiro dia do novo ano. Ela apresentou, ao lado do filho Pedro Baby, sucessos como Menino do Rio, Telúrica e Planeta Vênus.


O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, esteve presente com a esposa, Márcia Rollemberg, e comentou: “É um réveillon coerente com o que nós tivemos e que gera uma esperança muito grande de que nós vamos ter, e eu tenho convicção disso, um 2016 melhor para todos os brasilienses”.


O chefe do Executivo, que acompanhou a contagem regressiva, reforçou a importância da valorização de bandas locais, tema também destacado pelo secretário de Cultura, Guilherme Reis: “Brasília hoje tem uma produção musical maravilhosa, e é importante que as pessoas conheçam, passem a valorizar e a ter orgulho disso”.


Público diverso
Morador de Sobradinho, o supervisor de vendas Celso Adriane de Oliveira, 44 anos, aprovou o que viu: “Estou achando muito legal, uma festa muito segura, bacana e organizada”. Apesar de morar há mais de 20 anos na capital federal, essa foi a primeira vez que ele participou dos shows, ao lado do primo que chegou de Minas com a namorada para passar o ano-novo em Brasília. “Está sendo muito legal. Acho que o ambiente colabora, é um local muito bonito”, analisou o engenheiro Roberto Guilherme Souza Oliveira, 29 anos.


Já o casal de empresários Maria Rosilda da Silva, 42 anos, e José Carlos Marinho, 47 anos, veio de Recife para celebrar a entrada de 2016 com familiares em Brasília. Rosilda estava no DF pela primeira vez e gostou bastante da comemoração: “Pretendo amanhecer aqui até terminar o evento”, disse, animada.


Custo
A programação de fim de ano foi divulgada em dezembro e teve atrações na época natalina e na virada do ano. O público esperou a chegada de 2016 em dois endereços tradicionais: o Museu Nacional da República e a Praça dos Orixás, conhecida como Prainha.


No esforço de garantir as festividades, o governo de Brasília reduziu em quase 75% o valor gasto com o Natal e o réveillon em relação ao ano passado — quando o custo foi de cerca de R$ 2,59 milhões. O total em 2015 ficou em R$ 699.875, dos quais R$ 498.775 com estrutura, R$ 75,1 mil com fogos de artifício e R$ 126 mil com o cachê dos músicos. As cantoras Rita Benneditto — que se apresentou na Prainha — e Baby do Brasil tiveram patrocínio de empresários.


Balanço
De acordo com a Polícia Militar, representada por 60 homens no local, não houve ocorrências durante a comemoração. Registros de acidentes de trânsito, casos atendidos pelo Corpo de Bombeiros e quantidade de lixo recolhido tanto no Museu da República quanto na Prainha serão divulgados posteriormente.


O trânsito na região, segundo a PM, foi liberado aos poucos no fim da festa. O fluxo de veículos estava interditado desde as 17 horas de quinta-feira (31) no Eixo Monumental, entre a Catedral de Brasília e a Rodoviária do Plano Piloto (via S1), assim como nas vias de ligação entre a L2 Sul e a L2 Norte.


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Com Dilma na capital, metade dos ministros fica em Brasília no ... - Correio da Bahia



Correio da Bahia
Ao contrário da presidente Dilma Rousseff, que abriu mão do recesso de fim de ano e cumpriu agenda normal até o início da tarde desta quinta-feira, 31, 15 dos 31 ministros resolveram se ausentar de Brasília e só devem retornar à Esplanada dos …
Mais da metade dos ministros não abre mão do recesso de fim de anoJornal de Brasília (Assinatura)

todos os 20 artigos

Via:: Google News



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Correio da Bahia
Ao contrário da presidente Dilma Rousseff, que abriu mão do recesso de fim de ano e cumpriu agenda normal até o início da tarde desta quinta-feira, 31, 15 dos 31 ministros resolveram se ausentar de Brasília e só devem retornar à Esplanada dos …
Mais da metade dos ministros não abre mão do recesso de fim de anoJornal de Brasília (Assinatura)

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Com Dilma na capital, metade dos ministros fica em Brasília no ... - Correio da Bahia

"A vida é normal", afirma mãe de dois meninos com microcefalia no DF

By Gabriel Pontes, do R7






Família hoje já tem oito membros e a casa é uma verdadeira festa
Arquivo Pessoal



Dois dos seis filhos da moradora de Ceilândia (DF) Adaiane Ramos, de 34 anos, foram diagnosticados com microcefalia. A mãe conta que os meninos são tratados normalmente em casa e que a doença deve ser esclarecida para quem pensa que as pessoas com microcefalia são totalmente dependentes.



— A população precisa saber que a microcefalia apresenta diferentes sequelas. A maioria delas podem ser tratadas normalmente. Me coloco no lugar de uma mãe que tem o filho diagnosticado com microcefalia hoje e fico com pena. Precisamos esclarecer!



Matheus tem 11 anos é o segundo dos seis filhos de Adaiane. João Paulo tem quatro anos e é o quarto filho. Os dois foram diagnosticados com microcefalia, a doença que está na boca do povo, mas que ainda é desconhecida até por alguns profissionais de saúde.



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Adaiane conta que no caso de Matheus, a microcefalia só foi detectada quando o menino completou quatro meses de vida. Ele nasceu prematuro, no sexto mês de gravidez, e com apenas 970g. Os médicos disseram que houve uma malformação fetal.



O diagnóstico de João Paulo foi diferente. Com experiência no assunto, a própria mãe alertou o médico sobre a possibilidade do bebê ter microcefalia quando foi constatado que ele era menor que o normal.



— Eu estava fazendo o ultrassom (exame de imagem para examinar o bebê ainda na barriga da mãe) no HMIB (Hospital Materno Infantil de Brasília) quando o médico disse que o João Pedro estava bem, mas era muito pequeno. Então eu disse para ele que já tinha um filho com microcefalia, já conhecia o procedimento e precisava que examinassem melhor o bebê.



Devido à microcefalia, Matheus é deficiente auditivo e não fala. João Paulo possui uma pequena dificuldade na audição e tem um olho menor que o outro, o que acarreta em uma problemas na visão.



A microcefalia é acarretada por uma malformação do cérebro do bebê, que não se desenvolve de maneira adequada no momento da gestação. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 cm.







Matheus, hoje com 11 anos, nos braços do pai, Gleydson Ramos, logo após o nascimento
Arquivo Pessoal



Dia a dia



A casa da família de Adaiane é uma verdadeira festa. São seis crianças que brincam, conversam, choram e até ajudam a mãe nas tarefas de casa. A mãe conta que Matheus é um dos filhos que mais auxilia no serviço doméstico.



— O Matheus lava banheiro, passa pano na casa e limpa os móveis como ninguém. Tudo isso para me ajudar, poder jogar no computador e brincar de bola com os amigos.



Adaiane reforça que a vida dos filhos com microcefelia é normal. A única diferença são as dificuldades de ouvir, falar e de enxergar, e os problemas na escola, já que eles não conseguem acompanhar a série das outras crianças. Eles são acompanhados por médicos neurologistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas.



O relato da mãe mostra o outro lado das informações divulgadas nos últimos dois meses a respeito da microcefalia. Está sendo investigada a possibilidade da deficiência aparecer nos bebês filhos de mães com zika vírus, doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypt.



Vale ressaltar que, de acordo com o Ministério da Saúde, os dados atuais não permitem correlacionar inequivocamente, de forma causal, a infecção pelo Zika com a microcefalia.



— O terrorismo não ajuda em nada as mães que estão sendo informadas que os filhos têm microcefalia. E ainda atrapalha a convivência das crianças que já possuem a deficiência, como meus filhos. Não podemos aumentar o preconceito das pessoas com a microcefalia.



Em 2015, foram notificados 2.782 casos suspeitos de microcefalia no Brasil. Pernambuco foi o estado com o maior número de diagnósticos, 1.031. Os dados assustaram as autoridades porque durante todo o ano de 2014, apenas 147 casos foram detectados.


Via:: R7



"A vida é normal", afirma mãe de dois meninos com microcefalia no DF